Natureza
Com respeito à sua natureza podem dividir-se em florais, foliares, mistos ou compostos.
Os florais, também chamados “botões”, são no geral mais curtos, arredondados e dão origem às flores.
Os foliares, também chamados “folheares” ou “olhos”, são mais compridos e dão origem às folhas.
Os mistos, dão origem a folhas e a ramos.
Os compostos, dão folhas e flores (pereiras e macieiras).
Ramo de ameixoeira em Fevereiro, com múltiplos gomos florais e alguns gomos foliares.
A mesma ameixoeira, já com flores e alguns gomos foliares.
Posição
Os terminais, situam-se no topo dos ramos.
Axilares ou laterais, aos lados das varas. É por eles que estas se ramificam.
Por fim, os adventícios, nascem ao acaso em qualquer parte do tronco ou dos ramos e dão origem aos “ladrões”.
Número
Se apenas existir um em cada axila, chamam-se solitários.
Grupados, quando existem vários em cada axila.
Posição em relação à copa
Internos, quandos nascem virados para a parte interior da copa.
Externos, quando nascem virados para a parte exterior da copa.
Laterais, se estão virados para os ramos próximos que constituem a armação da copa.
Evolução
Quando se formam e evoluem no mesmo período vegetativo, chamam-se de formação pronta. Dão origem às falsas vergônteas (ou hastes).
Se forem formados num ano e evoluirem no ano seguinte, são hibernantes.
Dormentes, se só evolucionam passados vários anos — por vezes muitos —, depois de se terem formado. Podem mesmo nunca evolucionar. Tornam-se úteis se se pretendem renovar a copa envelhecida ou mutilada.
Manual do Podador 8ª. Edição. Porto: Quinzenário Agrícola “O Lavrador”, 1963.
Estudo resumido dos gomos ou olhos
Natureza
Com respeito à sua natureza podem dividir-se em florais, foliares, mistos ou compostos.
Os florais, também chamados “botões”, são no geral mais curtos, arredondados e dão origem às flores.
Os foliares, também chamados “folheares” ou “olhos”, são mais compridos e dão origem às folhas.
Os mistos, dão origem a folhas e a ramos.
Os compostos, dão folhas e flores (pereiras e macieiras).
Ramo de ameixoeira em Fevereiro, com múltiplos gomos florais e alguns gomos foliares.
A mesma ameixoeira, já com flores e alguns gomos foliares.
Posição
Os terminais, situam-se no topo dos ramos.
Axilares ou laterais, aos lados das varas. É por eles que estas se ramificam.
Por fim, os adventícios, nascem ao acaso em qualquer parte do tronco ou dos ramos e dão origem aos “ladrões”.
Número
Se apenas existir um em cada axila, chamam-se solitários.
Grupados, quando existem vários em cada axila.
Posição em relação à copa
Internos, quandos nascem virados para a parte interior da copa.
Externos, quando nascem virados para a parte exterior da copa.
Laterais, se estão virados para os ramos próximos que constituem a armação da copa.
Evolução
Quando se formam e evoluem no mesmo período vegetativo, chamam-se de formação pronta. Dão origem às falsas vergônteas (ou hastes).
Se forem formados num ano e evoluirem no ano seguinte, são hibernantes.
Dormentes, se só evolucionam passados vários anos — por vezes muitos —, depois de se terem formado. Podem mesmo nunca evolucionar. Tornam-se úteis se se pretendem renovar a copa envelhecida ou mutilada.
Manual do Podador 8ª. Edição. Porto: Quinzenário Agrícola “O Lavrador”, 1963.
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