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	<title>Jardinagem.org &#187; Botânica para horticultores</title>
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	<description>Um jornal de horticultura prática</description>
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		<title>Faculdade germinativa das sementes de algumas plantas&#160;hortenses</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/11/faculdade-germinativa-das-sementes-de-algumas-plantas-hortenses/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/11/faculdade-germinativa-das-sementes-de-algumas-plantas-hortenses/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[abóbora]]></category>
		<category><![CDATA[acelga]]></category>
		<category><![CDATA[aipo]]></category>
		<category><![CDATA[alface]]></category>
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		<category><![CDATA[cerefolho]]></category>
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		<category><![CDATA[couve]]></category>
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		<category><![CDATA[fava]]></category>
		<category><![CDATA[feijão]]></category>
		<category><![CDATA[germinação]]></category>
		<category><![CDATA[jornal horticolo-agricola]]></category>
		<category><![CDATA[melão]]></category>
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		<category><![CDATA[pepino]]></category>
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		<description><![CDATA[

Sementes de Pimento de Padrão.





Abóbora
As sementes conservam-se em bom estado durante 10 anos.


Acelga
Semente boa dois anos.


Aipo
A semente é boa durante três ou quatro anos.


Alface
As sementes não se conservam mais de três anos.


Alho
As sementes conservam-se boas dois ou três anos.


Beringela
A semente é boa ainda no segundo ano.


Cebola
A semente dura três a quatro anos.


Cenoura
A semente é boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic six inset solo">
<img title="Sementes de Pimento de Padrão." src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/11/310307-16201.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="Sementes de Pimento de Padrão." width="460" /></p>
<p>Sementes de Pimento de Padrão.</p>
</div>
<p><span id="more-1003"></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr class="tr-gray">
<td>Abóbora</td>
<td>As sementes conservam-se em bom estado durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Acelga</td>
<td>Semente boa dois anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Aipo</td>
<td>A semente é boa durante três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Alface</td>
<td>As sementes não se conservam mais de três anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Alho</td>
<td>As sementes conservam-se boas dois ou três anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Beringela</td>
<td>A semente é boa ainda no segundo ano.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Cebola</td>
<td>A semente dura três a quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Cenoura</td>
<td>A semente é boa até 10 anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Cerefolho</td>
<td>A semente conserva-se três anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Chicória</td>
<td>A semente conserva-se cinco a seis anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Couve</td>
<td>As sementes são boas cinco ou seis anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Espargo</td>
<td>A semente não é boa passado o segundo ano.</td>
</tr>
<tr>
<td>Espinafre</td>
<td>As sementes conservam-se dois ou três anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Fava</td>
<td>As sementes conservam-se cinco ou seis anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Feijão</td>
<td>As sementes são boas dois anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Melão</td>
<td>As sementes são boas durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Morangos</td>
<td>As sementes são boas apenas no primeiro ano.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Pepino</td>
<td>As sementes estão em bom estado durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Pimento</td>
<td>A semente é boa até aos quatro anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Rabanetes</td>
<td>As sementes são boas quatro ou cinco anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Salsa</td>
<td>As sementes conservam-se três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Tomates</td>
<td>As sementes conservam-se três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4">As sementes devem ser conservadas em local fresco e seco.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>—Jornal Horticola-Agricola, Julho de 1901.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tomate, fruto ou&#160;vegetal?</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/10/tomate-fruto-ou-vegetal/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/10/tomate-fruto-ou-vegetal/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 01:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 3]]></category>
		<category><![CDATA[figo]]></category>
		<category><![CDATA[solanaceae]]></category>
		<category><![CDATA[solanum lycopersicum]]></category>
		<category><![CDATA[tomate]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tomate &#8216;Alicante&#8217;, &#8216;Cereja&#8217;, &#8216;Chucha&#8217; e &#8216;Coração de Boi&#8217;.

É aparentemente uma questão importante, tendo chegado até ao Supremo Tribunal nos EUA, em 1893 (Nix v. Hedden). Essa alta instância decidiu que o tomate é um fruto e um vegetal.
Em termos botânicos, frutos são quaisquer estruturas das angiospermas que contêm sementes. Derivam do ovário da flor (Wikipedia). [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic three right inset"><img title="Tomate 'Alicante', 'Cereja', 'Chucha' e 'Coração de Boi'." src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/10/150809-1833.jpg&amp;h=&amp;w=220&amp;zc=0" alt="Tomate 'Alicante', 'Cereja', 'Chucha' e 'Coração de Boi'." width="220" /></p>
<p>Tomate &#8216;Alicante&#8217;, &#8216;Cereja&#8217;, &#8216;Chucha&#8217; e &#8216;Coração de Boi&#8217;.</p>
</div>
<p>É aparentemente uma questão importante, tendo chegado até ao Supremo Tribunal nos EUA, em 1893 (Nix v. Hedden). Essa alta instância decidiu que o tomate é um fruto e um vegetal.<br />
Em termos botânicos, frutos são quaisquer estruturas das angiospermas que contêm sementes. Derivam do ovário da flor (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fruto">Wikipedia</a>). No sentido culinário, um fruto é uma parte comestível e doce da planta, habitualmente em volta das sementes. Por outro lado, um vegetal refere-se a uma parte saborosa da planta, mas não tão doce como os frutos (não existe &#8220;vegetal&#8221; em botânica).<br />
<span id="more-37"></span><br />
Ou seja, em termos botânicos, o tomate é o fruto do tomateiro, mas não é suficientemente doce para ser considerado como tal na cozinha, portanto, como alimento é um vegetal.<br />
E é muito comum. As abóboras, pepinos, pimentos&#8230; são todos frutos que passam por vegetais. O figo passa por fruto e é na verdade um sicónio &#8212; é a designação dada em botânica aos pseudofrutos constituídos por uma uma inflorescência ou uma infrutescência composta, de receptáculo carnudo e flores ou frutos inclusos. A palavra sicónio tem origem na expressão figo em grego (<em>sykon</em>).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como os bolbos&#160;cavam</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/05/como-os-bolbos-cavam/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/05/como-os-bolbos-cavam/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 May 2009 01:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[bolbos]]></category>
		<category><![CDATA[calochortus]]></category>
		<category><![CDATA[tulipas]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns bolbos, como os das tulipas, facilmente ajustam a sua profundidade no solo, se forem plantados demasiado à superfície. Lançam umas raízes brancas esponjosas e o novo bolbo será formado na sua extremidade. Se no ano seguinte ainda não estiver com a profundidade adequada, volta a repetir o processo. Mas, se os bolbos forem plantados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns bolbos, como os das tulipas, facilmente ajustam a sua profundidade no solo, se forem plantados demasiado à superfície. Lançam umas raízes brancas esponjosas e o novo bolbo será formado na sua extremidade. Se no ano seguinte ainda não estiver com a profundidade adequada, volta a repetir o processo. Mas, se os bolbos forem plantados demasiado fundo, não conseguem ascender.<br />
Esta &#8220;técnica&#8221; também é utilizada por vários bolbos para se distribuirem mais uniformemente numa determinada área. Os bolbos de <i>Calochortus</i> lançam uma raíz esponjosa para o lado onde se formará o novo bolbo. Movem-se assim vários centímetros por época, cada um na sua direcção, até estarem a uma distância adequada uns dos outros.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.nutritiondata.com/facts/vegetables-and-vegetable-products/2437/2"><i>Calochortus</i></a> (Wikipedia em inglês).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A linguagem da cor (segunda&#160;parte)</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/03/a-linguagem-da-cor-segunda-parte/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/03/a-linguagem-da-cor-segunda-parte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 16:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[cor]]></category>
		<category><![CDATA[taxonomia]]></category>

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		<description><![CDATA[













Ácer japonês, Acer palmatum &#8216;Atropurpureum&#8217;.

Frequentemente, o segundo nome de uma planta inclui informação sobre a cor da folhagem ou flor.
Atamasco — Vermelho riscado
Ater — Preto carvão
Atomarius — Pintalgado
Atropurpurea — Púrpura escuro
Atrorubens — Vermelho escuro
Atrovirens — Verde escuro
Aurea, aureum — Amarelo dourado
Aureolus — Dourado
Bicolor — Duas cores
Cadmicus — Metálico
Bibliografia:
Druse, Ken. The Collector&#8217;s Garden. Oregon: Timber Press, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic two left inset solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/220407-1623-1.jpg" alt="Cor do Acer palmatum 'Atropurpureum'."/>
</div>
<div class="pic two left inset solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/220407-1623-2.jpg" alt="Cor do Acer palmatum 'Atropurpureum'."/>
</div>
<div class="pic two left solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/220407-1623-3.jpg" alt="Cor do Acer palmatum 'Atropurpureum'."/>
</div>
<div class="pic two left solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/220407-1623-4.jpg" alt="Cor do Acer palmatum 'Atropurpureum'."/>
</div>
<div class="pic four inset right">
<img src="/thumb.php?src=2009/03/220407-16231.jpg&amp;x=300&amp;q=75" alt="Acer palmatum 'Atropurpureum'."/></p>
<p>Ácer japonês, <i>Acer palmatum</i> &#8216;Atropurpureum&#8217;.</p>
</div>
<p>Frequentemente, o segundo nome de uma planta inclui informação sobre a cor da folhagem ou flor.</p>
<p><i>Atamasco</i> — Vermelho riscado<br />
<i>Ater</i> — Preto carvão<br />
<i>Atomarius</i> — Pintalgado<br />
<i>Atropurpurea</i> — Púrpura escuro<br />
<i>Atrorubens</i> — Vermelho escuro<br />
<i>Atrovirens</i> — Verde escuro<br />
<i>Aurea, aureum</i> — Amarelo dourado<br />
<i>Aureolus</i> — Dourado<br />
<i>Bicolor</i> — Duas cores<br />
<i>Cadmicus</i> — Metálico</p>
<p>Bibliografia:<br />
Druse, Ken. <a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/0881926604/sargacal-21">The Collector&#8217;s Garden</a>. Oregon: Timber Press, 2004.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A linguagem da cor (primeira&#160;parte)</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/03/a-linguagem-da-cor/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/03/a-linguagem-da-cor/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 02:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[cor]]></category>
		<category><![CDATA[taxonomia]]></category>

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		<description><![CDATA[













Camélia, Camellia japonica &#8216;Imbricata alba&#8217;.

Frequentemente, o segundo nome de uma planta inclui informação sobre a cor da folhagem ou flor.
Aeneus — Cor de cobre ou bronze
Aeruginosus — Verde acinzentado
Alba, Albo — Branco
Album, Albus — Branco
Albifrons — Rebordo branco
Amethystinus — Violeta
Argentea — Prata
Argophylla — Folhas prateadas
Argophyllus — Folhas prateadas
Argyraeus — Prateado
Bibliografia:
Druse, Ken. The Collector&#8217;s Garden. Oregon: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic two left solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/161108-1620-1.jpg" alt="Cor da camélia."/>
</div>
<div class="pic two left solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/161108-1620-2.jpg" alt="Cor da camélia."/>
</div>
<div class="pic two left solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/161108-1620-3.jpg" alt="Cor da camélia."/>
</div>
<div class="pic two left solo">
<img src="/wp-content/uploads/2009/03/161108-1620-4.jpg" alt="Cor da camélia."/>
</div>
<div class="pic four left">
<img src="/thumb.php?src=2009/03/161108-1620.jpg&amp;x=300&amp;q=75" alt="Camellia japonica Imbricata alba."/></p>
<p>Camélia, <i>Camellia japonica</i> &#8216;Imbricata alba&#8217;.</p>
</div>
<p>Frequentemente, o segundo nome de uma planta inclui informação sobre a cor da folhagem ou flor.</p>
<p><i>Aeneus</i> — Cor de cobre ou bronze<br />
<i>Aeruginosus</i> — Verde acinzentado<br />
<i>Alba, Albo</i> — Branco<br />
<i>Album, Albus</i> — Branco<br />
<i>Albifrons</i> — Rebordo branco<br />
<i>Amethystinus</i> — Violeta<br />
<i>Argentea</i> — Prata<br />
<i>Argophylla</i> — Folhas prateadas<br />
<i>Argophyllus</i> — Folhas prateadas<br />
<i>Argyraeus</i> — Prateado</p>
<p>Bibliografia:<br />
Druse, Ken. <a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/0881926604/sargacal-21">The Collector&#8217;s Garden</a>. Oregon: Timber Press, 2004.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Ramos especializados das&#160;fruteiras</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/02/ramos-especializados-das-fruteiras/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/02/ramos-especializados-das-fruteiras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 23:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[árvores de fruto]]></category>
		<category><![CDATA[fruteiras]]></category>
		<category><![CDATA[ramos frutíferos]]></category>
		<category><![CDATA[ramos não frutíferos]]></category>

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		<description><![CDATA[Certas fruteiras, frutificam simplesmente em ramos frutíferos, ramos especializados, de duração mais ou menos longa. Estes, no geral, devem poupar-se na poda.
A pereira, macieira, ameixoeira, ginjeira, cerejeira, damasqueiro, amendoeira, alfarrobeira e maçaniqueira, frutificam nestes ramos.

Dardos
São ramos curtos, com entrenós muito próximos, de casca engelhada e cheia de cicatrizes. O seu crescimento é lento e apresenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certas fruteiras, frutificam simplesmente em ramos frutíferos, ramos especializados, de duração mais ou menos longa. Estes, no geral, devem poupar-se na poda.<br />
A pereira, macieira, ameixoeira, ginjeira, cerejeira, damasqueiro, amendoeira, alfarrobeira e maçaniqueira, frutificam nestes ramos.<br />
<span id="more-433"></span></p>
<h3>Dardos</h3>
<p>São ramos curtos, com entrenós muito próximos, de casca engelhada e cheia de cicatrizes. O seu crescimento é lento e apresenta um gomo foliar (ponteagudo) na extremidade. Podem dar origem a novos dardos, ramos de madeira, esporões ou a verdascas.<br />
Se não se transformam, é sinal de fraqueza da árvore e, devem fazer-se podas mais curtas e adubações equilibradas.<br />
O seu comprimento, em geral, não vai além de oito centímetros.</p>
<h3>Esporões</h3>
<p>Os dardos, no geral, no terceiro ano, transformam-se em esporões. Estes têm, na sua extremidade, um gomo floral (arredondado) que desabrocha na Primavera seguinte e dá origem a flores.<br />
Os esporões da pereira, macieira e cerejeira podem durar muitos anos produzindo, chegando a ultrapassar os 20 anos.<br />
Muitas vezes, os esporões &#8220;no quarto ano dão fruto e um dardo e, no quinto, esse dardo transforma-se de novo em esporão&#8221;<span class="footnote">Lobo, J. Madeira. Estabelecimento e manutenção do pomar.</span>.<br />
Podem em casos especiais, formar-se no segundo ano, quando provenientes de gomos de formação pronta, como nas pereiras &#8220;Rei&#8221;, &#8220;Bela do Vale de Abraão, Bela de Múceres, Beurré Bosc, Belle Guerandaise, etc. — segundo o distinto Engenheiro Agrónomo Vieira da Natividade<span class="footnote">Natividade, Vieira da. Poda de Fruteiras.</span>.<br />
Os esporões podem ser rectos, tortuosos ou em ramalhete.<br />
Por vezes formam-se &#8220;bolsas&#8221; que não são mais que engrossamentos devidos à acumulação de reservas. Nestas podem aparecer &#8220;verdascas&#8221;.<br />
Os esporões prolongam-se sempre por gomos laterais pois, como se disse, o último é floral.</p>
<h3>Verdascas</h3>
<p>São ramos delgados, flexíveis, compridos e terminados por um gomo floral. São ramos frutíferos. No primeiro ano não dão fruto mas podem transformar-se em ramos frutíferos.</p>
<h3>Ramos mistos</h3>
<p>Tratam-se de ramos mais ou menos compridos e providos de gomos florais e foliares. — Há variedades de pereiras que têm a faculdade de produzir ramos de madeira com todas as características dos ramos mistos como os dos pessegueiros, por exemplo, &#8216;Triomphe de Vienne&#8217;, &#8216;André Desportes&#8217; e &#8216;Bueurré Clairgeau&#8217;. Também macieiras como a &#8216;Winter Banana&#8217;, &#8216;Rome Beauty&#8217;, &#8216;Bismark&#8217; e &#8216;Camoesa Fina&#8217;.</p>
<div class="pic twelve left">
<img src="/thumb.php?src=2009/02/160209-1654.jpg&amp;x=940&amp;q=75" alt="Ramo misto de uma ameixoeira."/></p>
<p>Ramo misto de uma ameixoeira.</p>
</div>
<h3>Ramos de madeira</h3>
<p>São lisos, compridos, com entrenós afastados e gomos regularmente distribuídos.</p>
<h3>Ramos ladrões</h3>
<p>Provenientes de gomos adventícios<span class="footnote">Ver também <a href="/?p=425">Estudo Resumido dos gomos ou olhos</a>.</span>, nascem frequentemente nos ramos mais velhos. São vigorosos, direitos e crescem na vertical.</p>
<h3>Polas</h3>
<p>São os rebentos de touça ou de raíz. A sua supressão denomina-se despolamento.</p>
<p>Manual do Podador 8ª. Edição. Porto: Quinzenário Agrícola “O Lavrador”, 1963.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estudo resumido dos gomos ou&#160;olhos</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/02/estudo-resumido-dos-gomos-ou-olhos/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/02/estudo-resumido-dos-gomos-ou-olhos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 02:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[árvores de fruto]]></category>
		<category><![CDATA[fruteiras]]></category>
		<category><![CDATA[gomos]]></category>
		<category><![CDATA[olhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Natureza
Com respeito à sua natureza podem dividir-se em florais, foliares, mistos ou compostos.
Os florais, também chamados &#8220;botões&#8221;, são no geral mais curtos, arredondados e dão origem às flores.
Os foliares, também chamados &#8220;folheares&#8221; ou &#8220;olhos&#8221;, são mais compridos e dão origem às folhas.
Os mistos, dão origem a folhas e a ramos.
Os compostos, dão folhas e flores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Natureza</h3>
<p>Com respeito à sua natureza podem dividir-se em florais, foliares, mistos ou compostos.<br />
Os florais, também chamados &#8220;botões&#8221;, são no geral mais curtos, arredondados e dão origem às flores.<br />
Os foliares, também chamados &#8220;folheares&#8221; ou &#8220;olhos&#8221;, são mais compridos e dão origem às folhas.<br />
Os mistos, dão origem a folhas e a ramos.<br />
Os compostos, dão folhas e flores (pereiras e macieiras).</p>
<div class="pic six left inset">
<img src="/thumb.php?src=2009/02/160209-1654.jpg&amp;x=460&amp;q=80" alt="Ramo de ameixoeira em Fevereiro, com múltiplos gomos florais e alguns gomos foliares."/></p>
<p>Ramo de ameixoeira em Fevereiro, com múltiplos gomos florais e alguns gomos foliares.</p>
</div>
<p><span id="more-425"></span></p>
<div class="pic six right inset">
<img src="/thumb.php?src=2009/02/160209-1655.jpg&amp;x=460&amp;q=80" alt="Ramo de ameixoeira em Fevereiro, com múltiplos gomos florais e alguns gomos foliares."/></p>
<p>A mesma ameixoeira, já com flores e alguns gomos foliares.</p>
</div>
<h3>Posição</h3>
<p>Os terminais, situam-se no topo dos ramos.<br />
Axilares ou laterais, aos lados das varas. É por eles que estas se ramificam.<br />
Por fim, os adventícios, nascem ao acaso em qualquer parte do tronco ou dos ramos e dão origem aos &#8220;ladrões&#8221;.</p>
<h3>Número</h3>
<p>Se apenas existir um em cada axila, chamam-se solitários.<br />
Grupados, quando existem vários em cada axila.</p>
<h3>Posição em relação à copa</h3>
<p>Internos, quandos nascem virados para a parte interior da copa.<br />
Externos, quando nascem virados para a parte exterior da copa.<br />
Laterais, se estão virados para os ramos próximos que constituem a armação da copa.</p>
<h3>Evolução</h3>
<p>Quando se formam e evoluem no mesmo período vegetativo, chamam-se de formação pronta. Dão origem às falsas vergônteas (ou hastes).<br />
Se forem formados num ano e evoluirem no ano seguinte, são hibernantes.<br />
Dormentes, se só evolucionam passados vários anos — por vezes muitos —, depois de se terem formado. Podem mesmo nunca evolucionar. Tornam-se úteis se se pretendem renovar a copa envelhecida ou mutilada.</p>
<p>Manual do Podador 8ª. Edição. Porto: Quinzenário Agrícola “O Lavrador”, 1963.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Fins das podas das fruteiras (segunda&#160;parte)</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/01/fins-das-podas-das-fruteiras-segunda-parte/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 17:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[árvores de fruto]]></category>
		<category><![CDATA[fruteiras]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
		<category><![CDATA[professor rasteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação de Fins das podas das fruteiras (primeira parte).

Nas árvores que frutificam sobre ramos especializados (esporões)1, de longa duração, a poda deverá ser mais branda.
Sempre que possível devem evitar-se os grandes cortes.
Correntemente os esporões não são podados mas, se se apresentarem muito envelhecidos, tortuosos e esgotados, devem-se (raramente) atarracar.
Os esporões nascidos na extremidade superior das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuação de <a href="/?p=401">Fins das podas das fruteiras (primeira parte)</a>.</p>
<ul>
<li>Nas árvores que frutificam sobre ramos especializados (esporões)<sup>1</sup>, de longa duração, a poda deverá ser mais branda.</li>
<li>Sempre que possível devem evitar-se os grandes cortes.</li>
<li>Correntemente os esporões não são podados mas, se se apresentarem muito envelhecidos, tortuosos e esgotados, devem-se (raramente) atarracar.</li>
<li>Os esporões nascidos na extremidade superior das pernadas, que prejudicam o crescimento dos ramos, devem cortar-se. Isto é frequente nas pereiras e macieiras envelhecidas.</li>
<li>Devem suprimir-se os ramos inúteis nascidos no interior da copa.</li>
<li>Nas árvores novas e vigorosas, as podas violentas contrariam a frutificação e favorecem a formação da madeira.</li>
<li>Nos solos pobres, nos anos secos, nas árvores que foram atacadas por várias doenças e quando o compasso<sup>2</sup> é apertado, as podas devem ser um pouco mais severas. No caso oposto, serão mais longas.</li>
<li>As árvores não podadas, desguarnecem-se, esgotam-se e patenteiam a necessidade de cortes bem ordenados, pela seca e morte de alguns ramos, o que constitui &#8220;a poda natural&#8221;.</li>
<li>Os bons ou maus rsultados das podas, no geral, só se observam nos anos imediatos ao primeiro.</li>
<li>Os atarraques contrariam o demasiado crescimento dos ramos, o seu desguarnecimento e que &#8220;esgalhem&#8221; pela acção do vento e do peso dos frutos.</li>
<li>Deve procurar-se distribuir uniformemente, os ramos e os frutos.</li>
<li>Os frutos das árvores podadas são mais volumosos, mais sãos e de melhor aspecto, pela cor e forma.</li>
<li>Nas árvores podadas torna-se mais fácil e económica, a apanha dos frutos e a aplicação de tratamentos.</li>
<li>As copas armadas muito baixas, facilitam a colheita, os tratamentos e defendem as árvores da acção dos ventos mas contrariam os amanhos do solo, em especial, quando feitos com animais<sup>3</sup>.</li>
<li>As árvores bem podadas conservam por um maior período de tempo o máximo de produção.</li>
<li>Não basta a poda para revigorar e equilibrar árvores envelhecidas, esgotadas e desiquilibradas. Nestes casos, devem empregar-se adubos<sup>4</sup> e, em certos casos, fazer regas.</li>
<li>Os ramos mal inseridos, deformados, velhos, empastados, sobrepostos e os ladrões, devem em muitos casos ser suprimidos ou atarracados.</li>
<li>A intensidade da poda será função da tendência própria da espécie e da variedade.</li>
<li>Nas árvores novas são, no geral, mais de aconselhar as desramações que os atarraques. A estas, não se devem fazer podas violentas.</li>
<li>As árvores bem podadas podem resistir melhor a certas doenças, por a sua copa ficar melhor arejada e iluminada.</li>
<li>Os cortes — atarraques e supressões — excitam a formação de lançamentos vigorosos nas proximidades por, aí, se formarem, em grande quantidade, hormonas de crescimento.</li>
<li>Na poda de formação deve procurar-se uma poda equilbrada e que os ramos aguentem a &#8220;carga&#8221; que venham a ter que suportar.</li>
<li>A frutificação das árvores bem podadas é mais regular e uniforme</li>
<li>A cicatrização dos cortes depende da árvore, do solo, da idade, da humidade, ambiente, etc.</li>
<li>Quando se pretende suprimir um ramo nascido de outro mais grosso, deve cortar-se rente.</li>
</ul>
<p>Ao findar este assunto, vamos transcrever uma grande lição, em poucas palavras, do grande Mestre de Arboricultura, o Professor Rasteiro:</p>
<blockquote><p>As leis que se poderiam enunciar como reguladoras da poda, ou são tão gerais que pouco valor teriam na prática, ou então especiais que seriam em número quase igual aos indivíduos que teríamos de podar.</p></blockquote>
<ol>
<sup>1</sup> São as macieiras e pereiras.<br />
<sup>2</sup> Trata-se da distância entre árvores.<br />
<sup>3</sup> Em 2009, o tractor já substituiu os animais em praticamente todas as instâncias.<br />
<sup>4</sup> Sugiro adubos biológicos e naturais.
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Fins das podas das fruteiras (primeira&#160;parte)</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/01/fins-das-podas-das-fruteiras-primeira-parte/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 00:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[árvores de fruto]]></category>
		<category><![CDATA[fruteiras]]></category>
		<category><![CDATA[poda]]></category>
		<category><![CDATA[vieira da natividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos dos nossos podadores Vêem nesta prática apenas uma finalidade estética, uma questão elementar de decência. Ela torna a árvore mais apresentável e graciosa, domestica a ramaria revolta, dá à planta o ar inocente de criança bem comportada, inveja dos vizinhos e dos amigos. Esquecem-se, assim os objectivos fisiológicos da poda, os únicos que interessam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Muitos dos nossos podadores Vêem nesta prática apenas uma finalidade estética, uma questão elementar de decência. Ela torna a árvore mais apresentável e graciosa, domestica a ramaria revolta, dá à planta o ar inocente de criança bem comportada, inveja dos vizinhos e dos amigos. Esquecem-se, assim os objectivos fisiológicos da poda, os únicos que interessam à economia da exploração fruteira.</p></blockquote>
<p>Palavras do mestre Vieira da Natividade. Segue-se uma base geral dos fins das podas das fruteiras. Há espécies que têm as suas particularidades.<br />
<span id="more-401"></span></p>
<ul>
<li>Pela poda pode-se contrariar a frutificação exagerada. Os frutos excessivos seriam maus, pequenos, de fraco valor comercial e, a árvore seria prematuramente esgotada.</li>
<li>A intensidade da poda deve estar na razão directa da potencialidade frutífera e na inversa do vigos da árvore.<sup>1</sup></li>
<li>Deve procurar-se que o esqueleto, ou armação, da árvorepossa, mecanicamente, suportar o peso da ramaria e frutos.</i>
<li>Com a poda deve procurar-se a formação e renovação dos orgãos produtivos que estejam envelhecidos.</li>
<li>Não há regras fixas e imutáveis, nem leis absolutas que no ditem o caminho a seguir em todos os caso, ou exemplares que nos apareçam.</li>
<li>A poda não é uma operação simplesmente mecânica e, o podador, não pode ser uma máquina irracional. É indispensável saber ver, observar, tirar conclusões e, conhecer o meio e a árvore.</li>
<li>Nas árvores que frutificam em ramos mistos é necessário provocar todos os anos, a formação de ramos novos, pois estes só frutificam uma vez na vida.</li>
<li>As podas exageradas são, quase sempre, muito prejudiciais.</li>
<li>Esta prática é uma operação delicada e, por esse motivo, exige o mínimo de conhecimentos e bom senso.</li>
<li>Os cortes devem ficar lisos, inclinados e um pouco acima do último gomo que se pretende conservar. O bordo inferior do corte deve ficar uns três centímetros acima do lado oposto ao do último gomo.</li>
<li>Uma poda bem feita beneficia a árvore mas, quando mal feita, provoca a sua morte prematura.</li>
<li>Os atarraques em grande número e repetidos, atrasam o início da frutificação.</il>
<li>As podas violentas da parte aérea limitam o crescimento das raízes.</i>
<li>As árvores podadas resistem melhor à seca, por terem a superfície aérea — de evaporação e transpiração — reduzida.</li>
<li>A forma equilibrada da copa facilita a circulação da seiva e frutificação</li>
<li>A intensidade da poda deve ser função da variedade do cavalo (planta que suporta o enxerto), do solo, do clima, da idade e estado doentio da árvore.</i>
<li>Nas regiões muito ventosas, a copa deve ser menos volumosa e o fuste (tronco) mais curto.</li>
<li>Nos solos e climas favoráveis à frutificação, as podas devem ser mais longas.</li>
<li>As podas em feitas facilitam o trabalho da monda dos frutos por a árvore ficar com menos olhos.</li>
<li>Na poda, deve apreciar-se a simetria mas, esta não é o fim principal e, em certos casos, terá de ser contrariada.</li>
<li>O gomo terminal dos ramos que constituem o esqueleto da copa, deve ficar virado para fora.</li>
<li>Os cortes grandes que tenham que ser feitos com serrote, devem ser alisados com a navalha bem afiada e, possivelmente, recobertos com um unguento<sup>2</sup>.</li>
<li>As grandes feridas são portas abertas por onde podem entrar agentes de várias doenças.</li>
</ul>
<p>Manual do Podador 8ª. Edição. Porto: Quinzenário Agrícola “O Lavrador”, 1963.</p>
<p>Continua em <a href="/?p=414">Fins das podas das fruteiras (segunda parte)</a>.</p>
<ol>
<sup>1</sup> Natividade, Vieira da. Poda de Fruteiras.<br />
<sup>2</sup> Hoje em dia há autores que defendem que o corte deve ficar ao ar.
</ol>
]]></content:encoded>
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