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	<title>Jardinagem.org &#187; Indicações úteis</title>
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	<description>Um jornal de horticultura prática</description>
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		<title>Teste de maturidade do&#160;composto</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo a brochura ABC da trituração e compostagem da Viking, verifica-se se o composto pode ser usado nas plantas, semeando agrião num vaso com uma mistura de terra e composto em partes iguais. Se o agrião crescer rapidamente sem apresentar uma coloração azul, o composto biológico pode ser usado sem problemas. Se as plantas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a brochura <cite>ABC da trituração e compostagem</cite> da Viking, verifica-se se o composto pode ser usado nas plantas, semeando agrião num vaso com uma mistura de terra e composto em partes iguais. Se o agrião crescer rapidamente sem apresentar uma coloração azul, o composto biológico pode ser usado sem problemas. Se as plantas não crescerem bem e as folhas apresentarem danos, o composto biológico é apenas adequado para aplicar cobrindo o solo.</p>
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		<title>Evitar gatos e pássaros nas&#160;sementeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 05:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os canteiros acabados de semear são um alvo fácil para os gatos que gostam de se recriar na terra solta e as sementes acabam por ser um festim para os pássaros. Uma forma fácil de se evitar uns e outros é espalhar ramos nús de podas recentes sobre os canteiros, que devem ser retirados mal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os canteiros acabados de semear são um alvo fácil para os gatos que gostam de se recriar na terra solta e as sementes acabam por ser um festim para os pássaros. Uma forma fácil de se evitar uns e outros é espalhar ramos nús de podas recentes sobre os canteiros, que devem ser retirados mal as jovens plantas começem a sair da terra.<br />
Não se deve utilizar ramos de coníferas ou outras árvores de folha persistente, para não obscurecer a terra.<br />
Se os pássaros ficarem espertos e pouco impressionados, costumo pendurar CDs cujo brilho ao Sol parece assustá.los. Por fim quando tudo falha, recorro a uma rede.</p>
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		<title>Remédio para combater a ferrugem e as manchas castanhas das&#160;folhas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 05:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ferrugem, doença que ataca um grande número de plantas e que se manifesta por manchas circulares que aparecem nas folhas, e muitas vezes se tornam confluentes, fazendo-as secar; as manchas castanhas que aparecem nas folhas e são produzidas por um cogumeloSe fosse hoje dir-se-ia “fungo”. Outras palavras grafei e actualizei para a actualidade. Uromyces, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ferrugem, doença que ataca um grande número de plantas e que se manifesta por manchas circulares que aparecem nas folhas, e muitas vezes se tornam confluentes, fazendo-as secar; as manchas castanhas que aparecem nas folhas e são produzidas por um cogumelo<span class="footnote">Se fosse hoje dir-se-ia “fungo”. Outras palavras grafei e actualizei para a actualidade.</span> Uromyces, cujo micélio desorganiza os tecidos parenquimatosos, combatem-se bem, tratando as plantas preventivamente, seringando-as uma vez por semana com uma calda de sulfato de cobre, preparada da maneira seguinte:</p>
<ul>
<li>100 litros de água</li>
<li>1 quilo de sulfato de cobre</li>
<li>2 quilos de cal extinta</li>
<li>1 quilo de açucar</li>
</ul>
<p>—Jornal Horticolo-Agricola, Julho de 1905</p>
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		<title>Solução de&#160;enraizamento</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 16:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo a revista “Gardener’s World” de Abril de 2007, pode-se dar uma ajuda ao enraizamento das estacas com um macerado de raminhos de salgueiro.
Colocam-se uma dúzia de pequenos jovens ramos de salgueiro em água durante 24 horas. Antes de envazar as estacas, mergulham-se nesta solução.
O salgueiro contém rizocalina, uma substância que se encontra em muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a revista “Gardener’s World” de Abril de 2007, pode-se dar uma ajuda ao enraizamento das estacas com um macerado de raminhos de salgueiro.<br />
Colocam-se uma dúzia de pequenos jovens ramos de salgueiro em água durante 24 horas. Antes de envazar as estacas, mergulham-se nesta solução.<br />
O salgueiro contém rizocalina, uma substância que se encontra em muitos produtos comerciais de enraizamento. Dissolvendo-se na água cria um estimulante natural para o desenvolvimento de novas raízes.</p>
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		<title>Destruição de&#160;lesmas</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 05:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O “Jornal Horticolo-Agricola” de Outubro de 1904, citando o “Journal de la Société Centrale d’Horticulture du Nord”, publicado em Lille (França), descreve um método algo bizarro de acabar com as lesmas.
Num barril que conteve óleo, retira-se um dos topos que servirá de tampa e faz-se um furo onde caiba uma vara. Enche-se um terço com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O “Jornal Horticolo-Agricola” de Outubro de 1904, citando o “Journal de la Société Centrale d’Horticulture du Nord”, publicado em Lille (França), descreve um método algo bizarro de acabar com as lesmas.<br />
Num barril que conteve óleo, retira-se um dos topos que servirá de tampa e faz-se um furo onde caiba uma vara. Enche-se um terço com fuligem de chaminé e o resto com urina humana. Deixa-se a macerar durante oito dias, se possível mais, mexendo todos os dias com a vara.<br />
Espalha-se a mistura pelo terreno em dias chuvosos.</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
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		<title>Caçar lesmas e&#160;caracóis</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Jornal Horticolo-Agricola de Outubro de 1904, citando o “Bulletin de la Société d’Horticulture de Genève”, sugere ainda mais uma técnica para tentar acabar com estas pragas.
Um horticultor colocou à tarde a um canto da sua horta umas poucas de cenouras; de manhã cedo quando as ia buscar, verificou em volta delas, grande quantidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <cite>Jornal Horticolo-Agricola</cite> de Outubro de 1904, citando o “Bulletin de la Société d’Horticulture de Genève”, sugere ainda mais uma técnica para tentar acabar com estas pragas.<br />
Um horticultor colocou à tarde a um canto da sua horta umas poucas de cenouras; de manhã cedo quando as ia buscar, verificou em volta delas, grande quantidade de lesmas e caracóis. Repetiu a experiência, espalhando pequenos montes de cenouras em vários pontos da horta. Calculou que no espaço de dois dias matava 460 caracóis e lesmas no espaço de um metro quadrado.</p>
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		<title>Falsa&#160;sementeira</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Preparam-se os canteiros como se fosse para semear e espera-se que as ervas despontem em quantidade, para imediatamente as controlar, arrancando, sachando ou usando outra técnica que julguem apropriada. Só depois se faz realmente a sementeira pretendida e o número de daninhas fica substancialmente reduzido.
Publicado originalmente no blogue Quinta do Sargaçal.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Preparam-se os canteiros como se fosse para semear e espera-se que as ervas despontem em quantidade, para imediatamente as controlar, arrancando, sachando ou usando outra técnica que julguem apropriada. Só depois se faz realmente a sementeira pretendida e o número de daninhas fica substancialmente reduzido.</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Multiplicar Agapantos por&#160;divisão</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 01:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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Os Agapantos são fáceis de multiplicar por divisão na Primavera ou início do Verão. Em alternativa, no início do Outono, depois de acabada a floração. Deve-se evitar este processo mais que uma vez em cada quatro a seis anos, ou a floração será reduzida. A divisão é a única forma de multiplicar Agapantos verdadeiros à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic six left inset solo">
<img title="040609-1520" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/02/040609-1520.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<div class="pic six right inset solo">
<img title="040609-1519" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/02/040609-1519.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<p>Os Agapantos são fáceis de multiplicar por divisão na Primavera ou início do Verão. Em alternativa, no início do Outono, depois de acabada a floração. Deve-se evitar este processo mais que uma vez em cada quatro a seis anos, ou a floração será reduzida. A divisão é a única forma de multiplicar Agapantos verdadeiros à sua variedade.<br />
Os rizomas ficam extremamente compactos (principalmente em vasos) e têm de ser cortados com uma serra ou um machado. Para evitar apodrecimento, a parte danificada deve ser pulverizada com cinza fina ou enxofre em pó.<br />
Deve-se deixar dois ou três rebentos com raízes bem estabelecidas em cada planta. Habitualmente as plantas não florirão no primeiro ano da sua divisão.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.agapanthus-freunde.de/">Agapanthus freunde</a><br />
<a href="http://apps.rhs.org.uk/advicesearch/Profile.aspx?pid=60">Agapanthus na Royal Horticultural Society</a></p>
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		<title>Terriço de&#160;folhas</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2010/01/terrico-de-folhas/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 00:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[folhas]]></category>
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		<category><![CDATA[terriço de folhas]]></category>

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		<description><![CDATA[É um subproduto das nossas actividades hortícolas que embora de conteúdo muito baixo em nutrientes, pode ser utilizado para melhorar a estrutura do solo, como cobertura ou em misturas para vasos e sementeiras. É muito fácil de produzir e não custa nada.
Para produzir o terriço de folhas não se deve utilizar folhas de árvores perenifólias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um subproduto das nossas actividades hortícolas que embora de conteúdo muito baixo em nutrientes, pode ser utilizado para melhorar a estrutura do solo, como cobertura ou em misturas para vasos e sementeiras. É muito fácil de produzir e não custa nada.<br />
Para produzir o terriço de folhas não se deve utilizar folhas de árvores perenifólias como o azevinho ou coníferas, nem folhas de árvores doentes ou afectadas por pestilências. Utilizam-se todas as outras folhas de árvores e arbustos que caem no Outono, estando castanhas e quebradiças. Isso inclui folhas de plátano, bétula, carvalho, nogueira, castanheiro, árvores de fruto e muitas outras. Não tendo árvores próprias, é preferível recolher a folhagem em parques do que em estradas, para evitar algum eventual contaminante indesejado.<br />
Molham-se as folhas para ajudar a apodrecer e colocam-se dentro de sacos de lixo pretos onde se fazem alguns furos. Ou de preferência, dentro de uma espécie de compostor feito de rede, cujo objectivo é apenas evitar que vá tudo pelo ar com a ventania.<br />
Deixa-se tudo num canto sossegado do jardim ou da horta. Está pronto ao fim de um ano, ou mais provavelmente, dois anos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Conservar&#160;abóboras</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/11/conservar-aboboras/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 04:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
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		<category><![CDATA[abóbora]]></category>
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		<description><![CDATA[Os exemplares a conservar devem ser de alta qualidade, maduros e firmes. Para testar a maturidade, pressiona-se a casca com a unha — as maduras resistirão ao risco. Evite abóboras quebradas, pisadas ou com a casca excessivamente massacrada.
Pode-se guardar as abóboras durantes vários meses, num local seco, arejado, temperatura entre 10 a 14ºC e humidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os exemplares a conservar devem ser de alta qualidade, maduros e firmes. Para testar a maturidade, pressiona-se a casca com a unha — as maduras resistirão ao risco. Evite abóboras quebradas, pisadas ou com a casca excessivamente massacrada.<br />
Pode-se guardar as abóboras durantes vários meses, num local seco, arejado, temperatura entre 10 a 14ºC e humidade do ar de 60 a 75%. Deve-se manusear as abóboras cuidadosamente, para evitar danos na casca, o que conduz ao apodrecimento. Remover da prateleira rapidamente, exemplares que mostrem sinais de degradação.<br />
Eu conservo abóboras com segurança de Setembro a Fevereiro, o que as torna uma das colheitas mais interessantes.<br />
Para conservar por períodos mais longos, pode-se congelar as abóboras previamente preparadas (sem casca e sementes).</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
]]></content:encoded>
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