<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Jardinagem.org &#187; Plantas</title>
	<atom:link href="http://www.jardinagem.org/arquivado/plantas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.jardinagem.org</link>
	<description>Um jornal de horticultura prática</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Oct 2011 18:07:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	
		<item>
		<title>Clívia, Clivia miniata&#160;(Amaryllidaceae)</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2010/04/clivia-clivia-miniata-amaryllidaceae/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2010/04/clivia-clivia-miniata-amaryllidaceae/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 03:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[amaryllidaceae]]></category>
		<category><![CDATA[clívia]]></category>
		<category><![CDATA[clivia miniata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jardinagem.org/?p=1251</guid>
		<description><![CDATA[É uma perene dos bosques da África do Sul, que se encontra frequentemente ladeando ribeiros. Cultiva-se pelas suas folhas verdes que atingem 60cm e flores cor-de-laranja, que florescem em umbela com caules firmes em grupos que chegam a ter 20 flores, com forma de tunelar a trompete. Praticamente indestrutível, é excelente como planta de interior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma perene dos bosques da África do Sul, que se encontra frequentemente ladeando ribeiros. Cultiva-se pelas suas folhas verdes que atingem 60cm e flores cor-de-laranja, que florescem em umbela com caules firmes em grupos que chegam a ter 20 flores, com forma de tunelar a trompete.<br />
Praticamente indestrutível, é excelente como planta de interior ou de exterior, em zonas sem gelo ou geada.<br />
<span id="more-1251"></span></p>
<h3>Cultivo</h3>
<p>No interior utilizar um substrato universal ao qual se adiciona terriço de folhas e gravilha fina, num local com luz filtrada ou indirecta, mas brilhante. Na época de crescimento deve-se regar livremente, aplicando um fertilizante semanalmente até que os botões se formem. No Inverno manter praticamente seca.<br />
No exterior, cultivar num solo rico em húmus, fértil e bem drenado em sombra parcial. As clívias ressentem a perturbação das raízes e precisam de restrição das raízes para encorajar a floração.</p>
<h3>Multiplicação</h3>
<p>Semear a 16º-21ºC, mal as sementes estejas maduras. Por divisão, preferencialmente na Primavera depois da floração, em alternativa no fim do Inverno. A seiva pode irritar a pele, deve-se usar luvas.</p>
<h3>Pragas e Doenças</h3>
<p>As cochonilhas podem ser um problema.</p>
<h3>Dimensões</h3>
<p>45cm de altura; 30cm de largura.</p>
<h3>Época de floração</h3>
<p>Primavera.</p>
<h3>Luz</h3>
<p>Meia sombra.</p>
<h3>Água</h3>
<p>Regar livremente na época de crescimento.</p>
<h3>Solo</h3>
<p>Rico em húmus, fértil e bem drenado.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.cliviape.co.za/">Clivia</a> (Nova Zelândia)<br />
<a href="http://www.cliviasociety.org/">Clivia Society</a><br />
<a href="http://www.americancliviasociety.org/">American Clivia Society</a><br />
<a href="http://www.northamericancliviasociety.org/">North American Clivia Society</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jardinagem.org/2010/04/clivia-clivia-miniata-amaryllidaceae/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Urtiga, Urtica dioica subsp. Dioica&#160;(Urticaceae)</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/01/urtiga-urtica-dioica-subsp-dioica-urticaceae/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/01/urtiga-urtica-dioica-subsp-dioica-urticaceae/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 02:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[jornal horticolo-agricola]]></category>
		<category><![CDATA[urtica dioica]]></category>
		<category><![CDATA[urticaceae]]></category>
		<category><![CDATA[urtiga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jardinagem.org/?p=336</guid>
		<description><![CDATA[Urtiga, Urtica dioica subsp. Dioica. A urtiga, tão condenada como um pária dos campos, arrancando-se desapiedadamente onde quer que aparece, é uma das plantas mais úteis. Pode ser utilizada como chorume contra os pulgões, fertilizante líquido ou até sopa. Oferece aos animais um alimento fresco e tanto mais precioso quanto é uma das plantas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic twelve left">
<img src="/thumb.php?src=2009/01/250106-1558.jpg&amp;x=940&amp;q=75" alt="Urtiga, Urtica dioica subsp. Dioica."/></p>
<p>Urtiga, <i>Urtica dioica</i> subsp. <i>Dioica</i>.</p>
</div>
<p>A urtiga, tão condenada como um pária dos campos, arrancando-se desapiedadamente onde quer que aparece, é uma das plantas mais úteis. Pode ser utilizada como chorume contra os pulgões, fertilizante líquido ou até sopa.<br />
<span id="more-336"></span><br />
Oferece aos animais um alimento fresco e tanto mais precioso quanto é uma das plantas mais temporãs. As vacas e as cabras que se alimentam com ela, dão melhor leite e mais abundante, com mais nata e sabor mais açucarado.<br />
Basta na primavera arrancar-lhe os novos rebentos, deixá-los secar um pouco ao ar e misturá-los depois na proporção de uma quarta parte à erva e à palha, não havendo receio de que piquem a boca dos animais, que a comem com avidez. O esterco que resulta desta mistura favorece muito as culturas.<br />
As aves engordam rapidamente quando submetidas a um regime das suas sementes. Destas sementes extrai-se um óleo de gosto delicado e que tomado em caldo favorece a secreção de leite.</p>
<div class="pic three left inset">
<img src="/thumb.php?src=2009/01/urtica-dioica.jpg&amp;x=220&amp;q=75" alt="Urtiga, Urtica dioica subsp. Dioica."/></p>
<p>Urtiga, <em>Urtica dioica subsp. Dioica</em> <a href="http://caliban.mpiz-koeln.mpg.de/~stueber/thome/index.html">Flora von Deutschland Österreich und der Schweiz (1885)</a></p>
</div>
<p>Aplicado externamente, reanima a sensibilidade dos tecidos da pele, aumenta a elasticidade dos músculos e facilita o jogo das articulações.<br />
Olivier de Serres, o pai da agricultura francesa, diz que a Urtiga proporciona uma matéria com a qual se fazem  boas e bonitas telas. Com efeito, fabricam-se na China desde tempos imemoriais telas maravilhosas, tecidas com a fibra da Urtiga branca, que compete com vantagem com os produtos mais finos do melhor linho.</p>
<h3>Cultivo</h3>
<p>É uma planta que praticamente se cultiva sozinha, preferindo solos ricos em fosfatos e nitrogénio. Reproduz-se por semente ou pelas raízes.</p>
<h3>Doenças</h3>
<p>Sem problemas.</p>
<h3>Colheita</h3>
<p>Varia muito com a região, em Portugal, seguramente no Inverno. Rebentos novos para culinária, plantas mais desenvolvidas para chorumes e fertilizante.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.kew.org/ethnomedica/reports/nettle.html">Etno Medica</a> (43 usos para as urtigas).<br />
<a href="http://193.62.154.38/cgi-bin/nph-readbtree.pl/usedata/maxvals=10/firstval=1?SPECIES_XREF=Urtica">Flora Celtica</a> (Utilização da urtiga).<br />
<a href="http://www.pfaf.org/database/plants.php?Urtica+dioica">Plants for a Future</a> (Nota máxima em comestível e medicinal).</p>
<ol>Este texto foi baseado e em parte transcrito do artigo &#8220;Utilidade da Ortiga&#8221;. Jornal Horticolo-Agricola [Porto], Fevereiro 1901: 31-32.</ol>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jardinagem.org/2009/01/urtiga-urtica-dioica-subsp-dioica-urticaceae/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O&#160;agrião</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/01/o-agriao/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/01/o-agriao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 02:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Os bons frutos e hortícolas]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[agrião]]></category>
		<category><![CDATA[jornal horticolo-agricola]]></category>
		<category><![CDATA[nasturium officinale]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jardinagem.org/?p=24</guid>
		<description><![CDATA[Nasturium officinale Flora von Deutschland Österreich und der Schweiz (1885) O agrião é a melhor e mais sadia de todas as hortaliças; pode-se empregar indiferentemente tanto em salado como cozinhado. Presta-se muito bem tanto para as sopas gordas como para as magras, às quais dá bom gosto. O agrião é facilmente suportado pelos estomagos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic three right inset">
<img src="/thumb.php?src=2009/01/nasturium-officinale.jpg&amp;x=220&amp;q=80" alt="Nasturium officinale."/></p>
<p><em>Nasturium officinale</em> <a href="http://caliban.mpiz-koeln.mpg.de/~stueber/thome/index.html">Flora von Deutschland Österreich und der Schweiz (1885)</a></p>
</div>
<blockquote><p>O agrião é a melhor e mais sadia de todas as hortaliças; pode-se empregar indiferentemente tanto em salado como cozinhado. Presta-se muito bem tanto para as sopas gordas como para as magras, às quais dá bom gosto. O agrião é facilmente suportado pelos estomagos mais delicados.<br />
Preparado como os espinafres, substitui estes com vantagem, pois não é como eles indegesto e além disso, é depurativo.<br />
Toda a dona de casa, a bem da saúde, deve todos os dias juntar dois pequenos molhos de agriões às outras hortaliças, na preparação das sopas ou esparregados.<br />
O uso habitual dos agriões restitui a saúde dos valetudinários.
</p></blockquote>
<p>—Jornal Horticolo-Agricola, Porto, Fevereiro 1905</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.nutritiondata.com/facts/vegetables-and-vegetable-products/2437/2">Agrião no site Nutrition Data</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jardinagem.org/2009/01/o-agriao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Camélias&#160;portuguesas</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/01/camelias-portuguesas/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/01/camelias-portuguesas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2009 02:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[camélia]]></category>
		<category><![CDATA[camellia]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jardinagem.org/?p=7</guid>
		<description><![CDATA[Camellia, Kamerplanten Handboek tot het kweeken van planten in de kamer (1897) Adolpho Frederico Moller em 1904, falava de mais de 130 variedades de camélias criadas em Portugal. Nesta lista estão pouco mais de 70, talvez metade anteriores a essa data. Que será feito destas e de mais de uma centena de variedades portuguesas? Camellia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic three left inset solo">
<img title="Camellia" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/01/camellia.jpg&amp;h=&amp;w=220&amp;zc=0" alt="Camellia" width="220" /></p>
<p><i>Camellia</i>, Kamerplanten Handboek tot het kweeken van planten in de kamer (1897)</p>
</div>
<p><a href="/?p=6">Adolpho Frederico Moller em 1904, falava de mais de 130 variedades de camélias criadas em Portugal</a>. Nesta lista estão pouco mais de 70, talvez metade anteriores a essa data. Que será feito destas e de mais de uma centena de variedades portuguesas?<br />
<span id="more-7"></span></p>
<ul> <em>Camellia japonica</em> &#8216;Adamastor&#8217; (1880)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Alexandre Herculano&#8217; (1880)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Alfredo Allen&#8217; <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Arcozelo&#8217; (1968)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Alfredo Moreira da Silva&#8217; (ou &#8216;Moreira da Silva&#8217;?)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Augustina superba&#8217; (1848) <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Augusto Leal de Gouveia Pinto&#8217; (1953)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Ave Maria&#8217; <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Bella portuense&#8217; (1844)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Bento de Amorim&#8217; (1968)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Castro&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Cidade do Porto&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Cidade de Vigo&#8217; (1987-88)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Dama do Paco&#8217; (1880)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Carlos Fernando, Príncipe Real&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Diniz&#8217; (1966)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Fernando II, Rei de Portugal&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Dona Herzília de Freitas Magalhães&#8217; (1948-49)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Dona Inês&#8217; <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Dona Jane Andresen&#8217; (1896) (1904 segundo &#8220;O Mundo da Camélia&#8221;)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. João IV&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Luiz I, Rei de Portugal&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Maria II, Rainha de Portugal&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Maria Pia, Rainha de Portugal&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Pedro V, Rei de Portugal&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;D. Stephania, Rainha de Portugal&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Dr. Baltazar de Melo&#8217; (1890) <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Duarte de Oliveira&#8217; (1871)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Eugénia de Montijo&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Glória de Fátima&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Herzília II&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Imperador e Rei D. Pedro V&#8217;<sup>1</sup> (1875)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Imperatriz D. Amelia&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Imperatriz D. Leopoldina&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Infanta D. Antonia&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Infanta D. Isabel Maria&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Infante D. Affonso Henriques&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Infante D. Augusto&#8217;<sup>1</sup> (1880)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Infante D. Fernando&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Infante D. João&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Infanta D. Maria Anna&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Irene&#8217; <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Isabel&#8217; (1868) <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Isabella Spinola&#8217; (1856) <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Lembrança de Alexandre Herculano&#8217; (1872)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Magestosa de Villar&#8217; (anterior a 1853, Quinta de Villar de Christiano Van-Zeller)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Magnólia&#8217; (1948)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Magnoliflora rosea&#8217; (1968)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Manuel da Silva Fernandes&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Maria Irene&#8217; (1964)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Maria Theresa&#8217; (1855) <strong>Confirmar</strong><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Moreira da Silva&#8217; (ou &#8216;Alfredo Moreira da Silva&#8217;?)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Paço de Santo António&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Pomponia alba monstruosa&#8217; (1872)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Pomponia luctea&#8217; (1963)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Pomponia portuense&#8217; (1872)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Portuense&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Primeiro de Fevereiro&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Princesa D. Amelia&#8217;<sup>1</sup><br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Princesa Real&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Quatro de Abril&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Rainha Dona Amélia&#8217; (1964)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Rainha Dona Mafalda&#8217; (1872)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Rainha Santa Isabel&#8217; (1880) (1872 segundo &#8220;O Mundo da Camélia&#8221;)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Saudade de Martins Branco&#8217; (1960)<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Surpresa de José Marques Loureiro&#8217;<br />
<em>Camellia japonica</em> &#8216;Villar d&#8217;Allen&#8217; (1969)</ul>
<ul> <em>Camellia sasanqua</em> &#8216;Baronesa de Soutelinho&#8217; (1920)</ul>
<ul> <em>Camellia híbrida</em> &#8216;Rosalia de Castro&#8217; (1968-69) Obtida no Viveiro Moreira da Silva. <strong>Confirmar</strong></ul>
<ol> <sup>1</sup>Camélias da árvore genealógica real, criadas por José Marques Loureiro.</ol>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jardinagem.org/2009/01/camelias-portuguesas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Camellia</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/01/camellia/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/01/camellia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 03:14:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 1]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[adolpho frederico moller]]></category>
		<category><![CDATA[camélia]]></category>
		<category><![CDATA[camellia japonica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jardinagem.org/?p=6</guid>
		<description><![CDATA[Camélia, Camellia japonica ‘Eugénia de Montijo’. O genero Camellia L. foi dedicado por Linneu á memoria de Jorge José Camellius ou Kamel, jesuita moravio que viajou pela China e Japão, e escreveu a historia das plantas da Ilha Luzon, uma das Philippinas, inserida no terceiro volume da &#8220;Historia Plantarum&#8221; de John Ray. Este genero pertence [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic three right inset">
<img src="/thumb.php?src=2009/01/290208-1709.jpg&amp;x=220&amp;q=75" alt="Camélia, Camellia japonica ‘Eugénia de Montijo’."/></p>
<p>Camélia, <em>Camellia japonica</em> ‘Eugénia de Montijo’.</p>
</div>
<blockquote><p>O genero <em>Camellia</em> L. foi dedicado por Linneu á memoria de Jorge José Camellius ou Kamel, jesuita moravio que viajou pela China e Japão, e escreveu a historia das plantas da Ilha Luzon, uma das Philippinas, inserida no terceiro volume da &#8220;Historia Plantarum&#8221; de John Ray.<br />
Este genero pertence á familia das <em>Ternstroemiaceas</em><span class="footnote">Hoje, <em>Theaceae</em>.</span> e comprehende cerca de 16 especies, originarias da Asia tropical e subtropical, China e Japão.<br />
As innumeras variedades ou raças que hoje se cultivam descendem principalmente da <em>Camellia Japonica</em> L., originaria da China e Japão. Vulgarmente dá-se a esta planta o nome de Rosa do Japão e Camellia.<br />
Existem aproximadamente umas 130 variedades ou raças de Camellias portuguezas obtidas por semente, a maior parte no Porto.<br />
<span id="more-6"></span><br />
Difficil é dizer qual o numero de variedades de Camellias que se cultivam em Portugal. O estabelecimento horticola do paiz que possue a maior collecção é a Real Companhia Horticolo-Agricola e essa cultiva no seu horto aproximadamente umas 632 variedades estrangeiras e nacionaes.<br />
Além das variedades ou raças da <em>Camellia japonica</em> L., cultiva-se a <em>Camellia reticulata</em> Lindl., da qual existe uma fórma com flôres dobradas, <em>C. euryoides</em> Lindl., <em>C. oleifera</em> Abel, <em>C. drupifera</em> Lour., <em>C. sasanqua</em> Thunb., <em>C. lanceolata</em> Seem., e <em>C. rosaeflora</em> Hook., porém a não ser a <em>C. reticulata</em> Lindl. e sua variedade cultivam-se em pequena escala por as suas flôres não apresentarem grande belleza.<br />
A <em>Camellia Thea</em> Link, cultiva-se em larga escala em certas regiões do globo, pois, como é sabido, é a planta de cujas folhas se fabríca o chá.
</p></blockquote>
<p>—<cite>Adolpho Frederico Moller</cite>, Jornal de Agricultura e Horticultura Prática, Porto, 1894</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.jardinagem.org/2009/01/camellia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

