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	<title>Jardinagem.org &#187; Número 2</title>
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	<description>Um jornal de horticultura prática</description>
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		<title>Escaravelho-do-alecrim</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 19:05:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Pestes e doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
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		<description><![CDATA[Chrysolina americana. Este escaravelho apareceu este ano nas alfazemas e danificou principalmente as Lavandula dentata. Contactei a RHS para saber o que era e o que fazer. Responde o Dr. Andrew Salisbury, entomologista. Trata-se do Escaravelho-do-rosmaninhoTradução literal que não sei se corresponde ao nome português., Chrysolina americana. É originário da zona mediterânica e nativo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic twelve left">
<img src="/thumb.php?src=2010/05/070510-1701.jpg&amp;x=940&amp;q=85" alt="Chrysolina americana" title="Chrysolina americana" /></p>
<p><i>Chrysolina americana</i>.</p>
</div>
<p>Este escaravelho apareceu este ano nas alfazemas e danificou principalmente as <i>Lavandula dentata</i>. Contactei a <acronym title="Royal Horticultural Society">RHS</acronym> para saber o que era e o que fazer. Responde o Dr. Andrew Salisbury, entomologista.<br />
Trata-se do Escaravelho-do-rosmaninho<span class="footnote">Tradução literal que não sei se corresponde ao nome português.</span>, <i>Chrysolina americana</i>. É originário da zona mediterânica e nativo em Portugal. Nos últimos 15 anos também se estabeleceu em algumas partes de Inglaterra. Os adultos têm cerca de 6-7mm, de cor verde-metálica com riscas púrpuras no tórax e asas. As larvas são acinzentadas-brancas, com cerca de 8mm.<br />
Tanto o escaravelho como as larvas alimentam-se da folhagem e causam estragos consideráveis se estiverem presentes em número suficiente. Outras plantas de que alimenta são o alecrim, tomilho e salva.<br />
Habitualmente passa os meses de Verão como adulto sem se alimentar, nas suas plantas hospedeiras. No fim do Verão ou início do Outono torna-se novamente activo recomeçando a alimentar-se das folhas. Acasalam e colocam os ovos na folhagem que eclodem após dez dias em larvas que se podem observar em qualquer altura desde o início do Outono até ao início da Primavera. Por vezes é possível encontrar escaravelhos na planta durante o Inverno. Quando as larvam acabam a sua alimentação, vão para o solo para pupar.<br />
É possível controlar esta peste procurando os adultos e as larvas e removendo-os à mão, tratando-se também do único método biológico possível.<br />
De notar que os métodos químicos são particularmente desaconselhados pois este escaravelho alimenta-se de plantas que atraem muitos insectos benéficos e no caso do alecrim, tomilho e salva, são utilizados na culinária.</p>
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		<title>Clívia, Clivia miniata&#160;(Amaryllidaceae)</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2010/04/clivia-clivia-miniata-amaryllidaceae/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 03:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[amaryllidaceae]]></category>
		<category><![CDATA[clívia]]></category>
		<category><![CDATA[clivia miniata]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma perene dos bosques da África do Sul, que se encontra frequentemente ladeando ribeiros. Cultiva-se pelas suas folhas verdes que atingem 60cm e flores cor-de-laranja, que florescem em umbela com caules firmes em grupos que chegam a ter 20 flores, com forma de tunelar a trompete. Praticamente indestrutível, é excelente como planta de interior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma perene dos bosques da África do Sul, que se encontra frequentemente ladeando ribeiros. Cultiva-se pelas suas folhas verdes que atingem 60cm e flores cor-de-laranja, que florescem em umbela com caules firmes em grupos que chegam a ter 20 flores, com forma de tunelar a trompete.<br />
Praticamente indestrutível, é excelente como planta de interior ou de exterior, em zonas sem gelo ou geada.<br />
<span id="more-1251"></span></p>
<h3>Cultivo</h3>
<p>No interior utilizar um substrato universal ao qual se adiciona terriço de folhas e gravilha fina, num local com luz filtrada ou indirecta, mas brilhante. Na época de crescimento deve-se regar livremente, aplicando um fertilizante semanalmente até que os botões se formem. No Inverno manter praticamente seca.<br />
No exterior, cultivar num solo rico em húmus, fértil e bem drenado em sombra parcial. As clívias ressentem a perturbação das raízes e precisam de restrição das raízes para encorajar a floração.</p>
<h3>Multiplicação</h3>
<p>Semear a 16º-21ºC, mal as sementes estejas maduras. Por divisão, preferencialmente na Primavera depois da floração, em alternativa no fim do Inverno. A seiva pode irritar a pele, deve-se usar luvas.</p>
<h3>Pragas e Doenças</h3>
<p>As cochonilhas podem ser um problema.</p>
<h3>Dimensões</h3>
<p>45cm de altura; 30cm de largura.</p>
<h3>Época de floração</h3>
<p>Primavera.</p>
<h3>Luz</h3>
<p>Meia sombra.</p>
<h3>Água</h3>
<p>Regar livremente na época de crescimento.</p>
<h3>Solo</h3>
<p>Rico em húmus, fértil e bem drenado.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.cliviape.co.za/">Clivia</a> (Nova Zelândia)<br />
<a href="http://www.cliviasociety.org/">Clivia Society</a><br />
<a href="http://www.americancliviasociety.org/">American Clivia Society</a><br />
<a href="http://www.northamericancliviasociety.org/">North American Clivia Society</a></p>
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		<title>Os bolbos depois da&#160;floração</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 03:13:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 2]]></category>
		<category><![CDATA[Pequena correspondência]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[bolbos]]></category>
		<category><![CDATA[tulipas]]></category>

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		<description><![CDATA[O leitor E. M. de Lisboa gostaria de saber o que fazer com os bolbos de Tulipa depois de florirem. Em geral, os bolbos depois de florirem necessitam da sua parte aérea e de muito Sol para voltar a &#8220;recarregar&#8221; a energia que os fará florir no ano seguinte. O que eu costumo fazer é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O leitor E. M. de Lisboa gostaria de saber o que fazer com os bolbos de Tulipa depois de florirem.<br />
Em geral, os bolbos depois de florirem necessitam da sua parte aérea e de muito Sol para voltar a &#8220;recarregar&#8221; a energia que os fará florir no ano seguinte. O que eu costumo fazer é afastar os vasos para longe da vista mas não do Sol. Quando as folhas secarem podem então ser removidas e o bolbo levantado para se guardar até ser replantado — uma operação que raramente executo —, habitualmente ficam na terra. No entanto, nunca consegui que as Tulipas em particular voltassem a florir.<br />
Na natureza, estes bolbos escolhem solos leves com uma drenagem extrema, algo que falta por aqui, se bem que pode ser simulado com areia e gravilha. A terra depois da plantação também deve ser coberta com gravilha que mais cedo ou mais tarde se mistura com o solo melhorando a drenagem.</p>
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		<title>Evitar gatos e pássaros nas&#160;sementeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 05:20:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
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		<description><![CDATA[Os canteiros acabados de semear são um alvo fácil para os gatos que gostam de se recriar na terra solta e as sementes acabam por ser um festim para os pássaros. Uma forma fácil de se evitar uns e outros é espalhar ramos nús de podas recentes sobre os canteiros, que devem ser retirados mal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os canteiros acabados de semear são um alvo fácil para os gatos que gostam de se recriar na terra solta e as sementes acabam por ser um festim para os pássaros. Uma forma fácil de se evitar uns e outros é espalhar ramos nús de podas recentes sobre os canteiros, que devem ser retirados mal as jovens plantas começem a sair da terra.<br />
Não se deve utilizar ramos de coníferas ou outras árvores de folha persistente, para não obscurecer a terra.<br />
Se os pássaros ficarem espertos e pouco impressionados, costumo pendurar CDs cujo brilho ao Sol parece assustá.los. Por fim quando tudo falha, recorro a uma rede.</p>
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		<title>Remédio para combater a ferrugem e as manchas castanhas das&#160;folhas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 05:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
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		<description><![CDATA[A ferrugem, doença que ataca um grande número de plantas e que se manifesta por manchas circulares que aparecem nas folhas, e muitas vezes se tornam confluentes, fazendo-as secar; as manchas castanhas que aparecem nas folhas e são produzidas por um cogumeloSe fosse hoje dir-se-ia “fungo”. Outras palavras grafei e actualizei para a actualidade. Uromyces, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ferrugem, doença que ataca um grande número de plantas e que se manifesta por manchas circulares que aparecem nas folhas, e muitas vezes se tornam confluentes, fazendo-as secar; as manchas castanhas que aparecem nas folhas e são produzidas por um cogumelo<span class="footnote">Se fosse hoje dir-se-ia “fungo”. Outras palavras grafei e actualizei para a actualidade.</span> Uromyces, cujo micélio desorganiza os tecidos parenquimatosos, combatem-se bem, tratando as plantas preventivamente, seringando-as uma vez por semana com uma calda de sulfato de cobre, preparada da maneira seguinte:</p>
<ul>
<li>100 litros de água</li>
<li>1 quilo de sulfato de cobre</li>
<li>2 quilos de cal extinta</li>
<li>1 quilo de açucar</li>
</ul>
<p>—Jornal Horticolo-Agricola, Julho de 1905</p>
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		<title>Solução de&#160;enraizamento</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 16:27:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Número 2]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo a revista “Gardener’s World” de Abril de 2007, pode-se dar uma ajuda ao enraizamento das estacas com um macerado de raminhos de salgueiro. Colocam-se uma dúzia de pequenos jovens ramos de salgueiro em água durante 24 horas. Antes de envazar as estacas, mergulham-se nesta solução. O salgueiro contém rizocalina, uma substância que se encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a revista “Gardener’s World” de Abril de 2007, pode-se dar uma ajuda ao enraizamento das estacas com um macerado de raminhos de salgueiro.<br />
Colocam-se uma dúzia de pequenos jovens ramos de salgueiro em água durante 24 horas. Antes de envazar as estacas, mergulham-se nesta solução.<br />
O salgueiro contém rizocalina, uma substância que se encontra em muitos produtos comerciais de enraizamento. Dissolvendo-se na água cria um estimulante natural para o desenvolvimento de novas raízes.</p>
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		<title>Destruição de&#160;lesmas</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Mar 2010 05:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O “Jornal Horticolo-Agricola” de Outubro de 1904, citando o “Journal de la Société Centrale d’Horticulture du Nord”, publicado em Lille (França), descreve um método algo bizarro de acabar com as lesmas. Num barril que conteve óleo, retira-se um dos topos que servirá de tampa e faz-se um furo onde caiba uma vara. Enche-se um terço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O “Jornal Horticolo-Agricola” de Outubro de 1904, citando o “Journal de la Société Centrale d’Horticulture du Nord”, publicado em Lille (França), descreve um método algo bizarro de acabar com as lesmas.<br />
Num barril que conteve óleo, retira-se um dos topos que servirá de tampa e faz-se um furo onde caiba uma vara. Enche-se um terço com fuligem de chaminé e o resto com urina humana. Deixa-se a macerar durante oito dias, se possível mais, mexendo todos os dias com a vara.<br />
Espalha-se a mistura pelo terreno em dias chuvosos.</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
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		<title>Caçar lesmas e&#160;caracóis</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:21:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Jornal Horticolo-Agricola de Outubro de 1904, citando o “Bulletin de la Société d’Horticulture de Genève”, sugere ainda mais uma técnica para tentar acabar com estas pragas. Um horticultor colocou à tarde a um canto da sua horta umas poucas de cenouras; de manhã cedo quando as ia buscar, verificou em volta delas, grande quantidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <cite>Jornal Horticolo-Agricola</cite> de Outubro de 1904, citando o “Bulletin de la Société d’Horticulture de Genève”, sugere ainda mais uma técnica para tentar acabar com estas pragas.<br />
Um horticultor colocou à tarde a um canto da sua horta umas poucas de cenouras; de manhã cedo quando as ia buscar, verificou em volta delas, grande quantidade de lesmas e caracóis. Repetiu a experiência, espalhando pequenos montes de cenouras em vários pontos da horta. Calculou que no espaço de dois dias matava 460 caracóis e lesmas no espaço de um metro quadrado.</p>
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		<title>Falsa&#160;sementeira</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 17:15:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Preparam-se os canteiros como se fosse para semear e espera-se que as ervas despontem em quantidade, para imediatamente as controlar, arrancando, sachando ou usando outra técnica que julguem apropriada. Só depois se faz realmente a sementeira pretendida e o número de daninhas fica substancialmente reduzido. Publicado originalmente no blogue Quinta do Sargaçal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preparam-se os canteiros como se fosse para semear e espera-se que as ervas despontem em quantidade, para imediatamente as controlar, arrancando, sachando ou usando outra técnica que julguem apropriada. Só depois se faz realmente a sementeira pretendida e o número de daninhas fica substancialmente reduzido.</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Multiplicar Agapantos por&#160;divisão</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 01:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Agapantos são fáceis de multiplicar por divisão na Primavera ou início do Verão. Em alternativa, no início do Outono, depois de acabada a floração. Deve-se evitar este processo mais que uma vez em cada quatro a seis anos, ou a floração será reduzida. A divisão é a única forma de multiplicar Agapantos verdadeiros à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic six left inset solo">
<img title="040609-1520" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/02/040609-1520.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<div class="pic six right inset solo">
<img title="040609-1519" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2010/02/040609-1519.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="" width="460" />
</div>
<p>Os Agapantos são fáceis de multiplicar por divisão na Primavera ou início do Verão. Em alternativa, no início do Outono, depois de acabada a floração. Deve-se evitar este processo mais que uma vez em cada quatro a seis anos, ou a floração será reduzida. A divisão é a única forma de multiplicar Agapantos verdadeiros à sua variedade.<br />
Os rizomas ficam extremamente compactos (principalmente em vasos) e têm de ser cortados com uma serra ou um machado. Para evitar apodrecimento, a parte danificada deve ser pulverizada com cinza fina ou enxofre em pó.<br />
Deve-se deixar dois ou três rebentos com raízes bem estabelecidas em cada planta. Habitualmente as plantas não florirão no primeiro ano da sua divisão.</p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.agapanthus-freunde.de/">Agapanthus freunde</a><br />
<a href="http://apps.rhs.org.uk/advicesearch/Profile.aspx?pid=60">Agapanthus na Royal Horticultural Society</a></p>
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