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	<title>Jardinagem.org &#187; Número 4</title>
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	<description>Um jornal de horticultura prática</description>
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		<title>Teste de maturidade do&#160;composto</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 00:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
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		<category><![CDATA[composto]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a brochura ABC da trituração e compostagem da Viking, verifica-se se o composto pode ser usado nas plantas, semeando agrião num vaso com uma mistura de terra e composto em partes iguais. Se o agrião crescer rapidamente sem apresentar uma coloração azul, o composto biológico pode ser usado sem problemas. Se as plantas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a brochura <cite>ABC da trituração e compostagem</cite> da Viking, verifica-se se o composto pode ser usado nas plantas, semeando agrião num vaso com uma mistura de terra e composto em partes iguais. Se o agrião crescer rapidamente sem apresentar uma coloração azul, o composto biológico pode ser usado sem problemas. Se as plantas não crescerem bem e as folhas apresentarem danos, o composto biológico é apenas adequado para aplicar cobrindo o solo.</p>
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		<title>Compostagem</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 02:18:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[Vária]]></category>
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		<category><![CDATA[composto]]></category>

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		<description><![CDATA[Compostar é extremamente gratificante e positivo. Além de reduzirmos o lixo que acaba nos aterrosUm estudo de 2002 na Grã-Bretanha concluiu que apenas a compostagem em casa reduz significativamente o volume de lixo doméstico que acaba nos aterros., ficamos com o alimento ideal para as nossas plantas, um solo rico e como se não bastasse, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Compostar é extremamente gratificante e positivo. Além de reduzirmos o lixo que acaba nos aterros<span class="footnote">Um estudo de 2002 na Grã-Bretanha concluiu que apenas a compostagem em casa reduz significativamente o volume de lixo doméstico que acaba nos aterros.</span>, ficamos com o alimento ideal para as nossas plantas, um solo rico e como se não bastasse, as pilhas de compostagem são atraentes para um sem número de insectos, aumentando a biodiversidade das nossas hortas e jardins.<br />
Os materiais biológicos que podem ser compostados, podem ser classificados simplesmente em “verdes” e “castanhos”. Os primeiros com uma maior proporção de azoto, os outros uma maior percentagem de carbono. Deve-se tentar obter ambos na mesma proporção, para uma compostagem óptima, mas não é estritamente necessário.<br />
<span id="more-1232"></span></p>
<h3>Materiais verdes</h3>
<ul>
<li>Legumes e hortaliça</li>
<li>Restos e cascas de frutos</li>
<li>Cascas de frutos secos</li>
<li>Borras de café</li>
<li>Cascas de ovos esmagadas</li>
<li>Folhas e sacos de chá</li>
<li>Cereais</li>
</ul>
<h3>Materiais castanhos</h3>
<ul>
<li>Palha
<li>Aparas de madeira e serradura
<li>Relva e erva seca
<li>Folhas secas
<li>Ramos pequenos
<li>Pequenas quantidades de cinzas de madeira
<li>Papel triturado (jornal em tiras ou as fitas que saem dos destruidores de documentos)
</ul>
<p>Não devem ser compostados excrementos de animais que possam conter microrganismos patogénicos que sobrevivam ao processo. Também é de evitar juntar ervas daninhas já com semente.<br />
Muito já se escreveu sobre dispor os elementos verdes e castanhos em camadas sucessivas, mas agora a tendência é misturar tudo, que é o que eu faço. Existindo, pode-se juntar um pouco de composto pronto, para iniciar o processo mais rapidamente. Deve-se adicionar os materiais de uma vez, ou gradualmente até mais ou menos um metro de altura. A última camada deve ser de material castanho, que isola a pilha, eliminando possíveis odores (que em princípio nem devem existir) e insectos indesejáveis. A pilha deve-se manter húmida, mas não encharcada.<br />
Segundo a <cite>The HDRA Encyclopedia of Organic Gardening</cite>, um dos problemas com a compostagem caseira é o excesso de verdes, pois normalmente para o compostos vão cortes frescos do jardim e restos vegetais da cozinha. O conselho é adicionar papel, que é o que tenho feito, pois já detectei esse problema. Adiciono regularmente papel às tiras.<br />
Para acelerar o processo, pode-se revirar regularmente a pilha. Colocando os materiais que estavam por cima em baixo e vice-versa. Repetir o processo de 15 em 15 dias.<br />
Numa pilha estática, o composto estará pronto a usar ao fim de seis meses a um ano. Numa pilha revirada, diria que em três meses há composto.<br />
Depois de pronto, o composto não se degrada mais. Considera-se pronto, quando todos os componentes iniciais não são reconhecíveis. O cheiro é de terra fresca. Maravilhoso.<br />
Quando o composto está pronto, deve-se retirá-lo da pilha e deixá-lo em repouso durante duas a quatro semanas, principalmente se for para aplicar em plantas sensíveis. É a fase da maturação.</p>
<h3>Problemas</h3>
<p>Se o processo se apresentar demasiado lento, deve adicionar verdes e revirar a pilha.<br />
Se cheirar a podre, pode ter humidade em excesso, deve adicionar materiais secos e absorventes, como folhas, serrim ou palha.<br />
Se cheirar a amónia, tem demasiados verdes (excesso de azoto), deve-se adicionar castanhos.<br />
Se a pilha estiver demasiado compacta, deve diminuir a altura e revirá-la.<br />
Se a temperatura da compostagem for demasiado baixa, talvez a pilha esteja demasiado pequena. Se o clima for muito frio, deve-se aumentar o tamanho da pilha e isolá-la com palha.<br />
Há saquetas de chá feitas de nylon e outros produtos que não se degradam.</p>
<h3>Utilização</h3>
<p>O composto é geralmente aplicado uma vez por ano, na altura das sementeiras. É preferível aplicá-lo na Primavera ou no Outono, altura em que o solo se encontra quente. No Verão seca demasiado e no Inverno, o solo está demasiado frio.</p>
<p>Se tiver apenas uma pequena quantidade de composto, espalhe-o por cima da terra na vala onde pretende semear. Se tiver composto em quantidade, pode espalhá-lo em camadas de um a dois cm de espessura misturado com o solo, mas sem enterrar. Pode também usar o composto nas caldeiras das árvores. Nesse caso, espalhe o composto em camadas de dois cm à volta das árvores e não misture com o solo.</p>
<p>Se pretender usar o composto em plantas envasadas, não coloque mais do que 1/3 do composto por vaso. Misture 1/3 de composto com 1/3 de terra e 1/3 de areia, para obter um bom meio de crescimento para as suas plantas.</p>
<p>A cobertura ou “mulch” é um tipo de material colocado sobre o solo para evitar o crescimento de ervas daninhas e manter a humidade, prevenir a erosão, ou simplesmente como cobertura atraente para o solo. Composto e restos de jardim triturados constituem excelentes coberturas orgânicas.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<p><a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/0751333816/sargacal-21/">The HDRA Encyclopedia of Organic Gardening</a></p>
<h3>Recursos em linha</h3>
<p><a href="http://www.metroregion.org/index.cfm/go/by.web/id=553">Composting at Home (Metro-region)</a><br />
<a href="http://www.howtocompost.org/">How to Compost</a><br />
<a href="http://www.organicgardening.com/feature/0,7518,s1-5-21-829,00.html">O melhor composto de sempre na &#8220;Organic Gardening&#8221;</a><br />
<a href="http://www.mastercomposter.com/">Master Composter</a><br />
<a href="http://www.uvm.edu/mastergardener/mastercomposter/">Vermont Master Composter</a><br />
<a href="http://www.compostguide.com/">Compost Guide</a></p>
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		<title>Terriço de&#160;folhas</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 00:27:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[folhas]]></category>
		<category><![CDATA[outono]]></category>
		<category><![CDATA[terriço de folhas]]></category>

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		<description><![CDATA[É um subproduto das nossas actividades hortícolas que embora de conteúdo muito baixo em nutrientes, pode ser utilizado para melhorar a estrutura do solo, como cobertura ou em misturas para vasos e sementeiras. É muito fácil de produzir e não custa nada.
Para produzir o terriço de folhas não se deve utilizar folhas de árvores perenifólias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um subproduto das nossas actividades hortícolas que embora de conteúdo muito baixo em nutrientes, pode ser utilizado para melhorar a estrutura do solo, como cobertura ou em misturas para vasos e sementeiras. É muito fácil de produzir e não custa nada.<br />
Para produzir o terriço de folhas não se deve utilizar folhas de árvores perenifólias como o azevinho ou coníferas, nem folhas de árvores doentes ou afectadas por pestilências. Utilizam-se todas as outras folhas de árvores e arbustos que caem no Outono, estando castanhas e quebradiças. Isso inclui folhas de plátano, bétula, carvalho, nogueira, castanheiro, árvores de fruto e muitas outras. Não tendo árvores próprias, é preferível recolher a folhagem em parques do que em estradas, para evitar algum eventual contaminante indesejado.<br />
Molham-se as folhas para ajudar a apodrecer e colocam-se dentro de sacos de lixo pretos onde se fazem alguns furos. Ou de preferência, dentro de uma espécie de compostor feito de rede, cujo objectivo é apenas evitar que vá tudo pelo ar com a ventania.<br />
Deixa-se tudo num canto sossegado do jardim ou da horta. Está pronto ao fim de um ano, ou mais provavelmente, dois anos.</p>
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		<title>Bulb</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/12/bulb/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 03:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[bolbos]]></category>

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		<description><![CDATA[


Este é mais um livro que só o facto de o ter já dá gosto. Porque é bem escrito, bem editado, bem impresso, o objecto final é incrivelmente apelativo, belo mesmo, o que aliás, em época de internet é uma forma de os livros se destacarem muito positivamente.
Bolbo é utilizado no título em sentido lato. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic two right inset solo">
<img title="bulb" src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/12/bulb.jpg&amp;h=&amp;w=140&amp;zc=0" alt="Bulb" width="140" /></a>
</div>
<p>Este é mais um livro que só o facto de o ter já dá gosto. Porque é bem escrito, bem editado, bem impresso, o objecto final é incrivelmente apelativo, belo mesmo, o que aliás, em época de internet é uma forma de os livros se destacarem muito positivamente.<br />
Bolbo é utilizado no título em sentido lato. Bolbos, rizomas e tubérculos são considerados. Além do prefácio e introdução, está dividido numa grande secção &#8220;os bolbos&#8221; alfabeticamente de <i>Acis</i> a <i>Zigadenus</i>, seguido de como os cultivar, não sendo aqui muito pormenorizado, nem 40 páginas (de um total de 544 páginas).<br />
São mais de 600 os bolbos apresentados, cada um com a sua fotografia, habitualmente da flor. Sinto que algumas poderiam ser melhores, havendo algum desequilíbrio entre elas. Por vezes, será a melhor que se pôde arranjar e numa obra tão extensa é perfeitamente compreensível. No entanto, nunca a fasquia baixa do perfeitamente adequado, sendo o fotógrafo Andrew Lawson.<br />
Cada bolbo é descrito com detalhe, incluindo o habitat (a título indicativo de onde ter no jardim), as dimensões da planta, se resiste à geada ou ao gelo e a época (também numa extensa tabela com época e cores). A autora Anna Pavord tem uma tendência para a história e pontua o livro com apontamentos históricos curiosos e anedotas. O seu entusiasmo por estas plantas é contagioso.<br />
Não sei será o livro definitivo sobre bolbos, tal a extensão do assunto. A selecção da autora é subjectiva e absolutamente pessoal, mas é um livro a comprar, ler e manter na prateleira. Talvez até se torne num clássico.</p>
<p><a href="http://www.amazon.co.uk/exec/obidos/ASIN/1845334159/sargacal-21">Bulb</a> de Anna Pavord, na Amazon.co.uk.</p>
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		<title>Faculdade germinativa das sementes de algumas plantas&#160;hortenses</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/11/faculdade-germinativa-das-sementes-de-algumas-plantas-hortenses/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Botânica para horticultores]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
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		<description><![CDATA[

Sementes de Pimento de Padrão.





Abóbora
As sementes conservam-se em bom estado durante 10 anos.


Acelga
Semente boa dois anos.


Aipo
A semente é boa durante três ou quatro anos.


Alface
As sementes não se conservam mais de três anos.


Alho
As sementes conservam-se boas dois ou três anos.


Beringela
A semente é boa ainda no segundo ano.


Cebola
A semente dura três a quatro anos.


Cenoura
A semente é boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="pic six inset solo">
<img title="Sementes de Pimento de Padrão." src="http://www.jardinagem.org/wp-content/plugins/timthumb-mce/ttplugin/timthumb.php?src=http://www.jardinagem.org/wp-content/uploads/2009/11/310307-16201.jpg&amp;h=&amp;w=460&amp;zc=0" alt="Sementes de Pimento de Padrão." width="460" /></p>
<p>Sementes de Pimento de Padrão.</p>
</div>
<p><span id="more-1003"></span></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr class="tr-gray">
<td>Abóbora</td>
<td>As sementes conservam-se em bom estado durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Acelga</td>
<td>Semente boa dois anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Aipo</td>
<td>A semente é boa durante três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Alface</td>
<td>As sementes não se conservam mais de três anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Alho</td>
<td>As sementes conservam-se boas dois ou três anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Beringela</td>
<td>A semente é boa ainda no segundo ano.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Cebola</td>
<td>A semente dura três a quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Cenoura</td>
<td>A semente é boa até 10 anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Cerefolho</td>
<td>A semente conserva-se três anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Chicória</td>
<td>A semente conserva-se cinco a seis anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Couve</td>
<td>As sementes são boas cinco ou seis anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Espargo</td>
<td>A semente não é boa passado o segundo ano.</td>
</tr>
<tr>
<td>Espinafre</td>
<td>As sementes conservam-se dois ou três anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Fava</td>
<td>As sementes conservam-se cinco ou seis anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Feijão</td>
<td>As sementes são boas dois anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Melão</td>
<td>As sementes são boas durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Morangos</td>
<td>As sementes são boas apenas no primeiro ano.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Pepino</td>
<td>As sementes estão em bom estado durante 10 anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Pimento</td>
<td>A semente é boa até aos quatro anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Rabanetes</td>
<td>As sementes são boas quatro ou cinco anos.</td>
</tr>
<tr>
<td>Salsa</td>
<td>As sementes conservam-se três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr class="tr-gray">
<td>Tomates</td>
<td>As sementes conservam-se três ou quatro anos.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="4">As sementes devem ser conservadas em local fresco e seco.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>—Jornal Horticola-Agricola, Julho de 1901.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Conservar&#160;abóboras</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/11/conservar-aboboras/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 04:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[abóbora]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os exemplares a conservar devem ser de alta qualidade, maduros e firmes. Para testar a maturidade, pressiona-se a casca com a unha — as maduras resistirão ao risco. Evite abóboras quebradas, pisadas ou com a casca excessivamente massacrada.
Pode-se guardar as abóboras durantes vários meses, num local seco, arejado, temperatura entre 10 a 14ºC e humidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os exemplares a conservar devem ser de alta qualidade, maduros e firmes. Para testar a maturidade, pressiona-se a casca com a unha — as maduras resistirão ao risco. Evite abóboras quebradas, pisadas ou com a casca excessivamente massacrada.<br />
Pode-se guardar as abóboras durantes vários meses, num local seco, arejado, temperatura entre 10 a 14ºC e humidade do ar de 60 a 75%. Deve-se manusear as abóboras cuidadosamente, para evitar danos na casca, o que conduz ao apodrecimento. Remover da prateleira rapidamente, exemplares que mostrem sinais de degradação.<br />
Eu conservo abóboras com segurança de Setembro a Fevereiro, o que as torna uma das colheitas mais interessantes.<br />
Para conservar por períodos mais longos, pode-se congelar as abóboras previamente preparadas (sem casca e sementes).</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Rotação de&#160;culturas</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/10/rotacao-de-culturas/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/10/rotacao-de-culturas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 03:58:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[horta]]></category>
		<category><![CDATA[rotação de culturas]]></category>

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		<description><![CDATA[Se os vegetais anuais são cultivados no mesmo local, ano após ano, há o risco de doenças e pestes se instalarem no solo, tornando-se um problema. A terra também fica esgotada de determinados nutrientes, o que também contribui para diminuir o vigor da colheita. Um sistema preferível e tradicional, é mover as diferentes culturas dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se os vegetais anuais são cultivados no mesmo local, ano após ano, há o risco de doenças e pestes se instalarem no solo, tornando-se um problema. A terra também fica esgotada de determinados nutrientes, o que também contribui para diminuir o vigor da colheita. Um sistema preferível e tradicional, é mover as diferentes culturas dentro da área de cultivo.</p>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Plantação de árvores não adicionando matéria&#160;orgânica</title>
		<link>http://www.jardinagem.org/2009/10/plantacao-de-arvores-nao-adicionando-materia-organica/</link>
		<comments>http://www.jardinagem.org/2009/10/plantacao-de-arvores-nao-adicionando-materia-organica/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 02:58:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indicações úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Número 4]]></category>
		<category><![CDATA[Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[árvores]]></category>
		<category><![CDATA[plantação]]></category>

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		<description><![CDATA[A Universidade de Nebraska, nos EUA, dá uma indicação útil bastante curiosa para a plantação de árvores. Curiosa porque contradiz o que tenho lido e feito regularmente:
Não adicione matéria orgânica ao solo quando plantar árvores. Não ajuda a planta a estabelecer-se e pode criar condições que encorajam as raízes a permanecer no buraco, em vez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Nebraska, nos EUA, dá uma indicação útil bastante curiosa para a plantação de árvores. Curiosa porque contradiz o que tenho lido e feito regularmente:</p>
<blockquote><p>Não adicione matéria orgânica ao solo quando plantar árvores. Não ajuda a planta a estabelecer-se e pode criar condições que encorajam as raízes a permanecer no buraco, em vez de se espalharem pelo solo circundante. Cave um buraco grande, mas encha-o com a terra que foi de lá retirada.</p></blockquote>
<p>Publicado originalmente no blogue <a href="http://www.sargacal.com/">Quinta do Sargaçal</a>.</p>
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